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Grupo de Estudos Interdisciplinares em Ciência e Tecnologia

Privacidade e exposição em tempos digitais: das colunas sociais ao exposed digital

Atualizado: 13 de jun. de 2023


monark e rei charles III em montagem sob desenho de curvas de nível
Rei Charles III e o influenciador de direita Bruno Ayub (Monark)

O influenciador e ex-apresentador do Flow Podcast, Bruno Aiub, também conhecido como Monark, enfrentou uma intensa repercussão nacional após fazer uma declaração polêmica em um episódio transmitido em 7 de fevereiro de 2022. Durante o programa, Monark afirmou que a esquerda radical possui um espaço maior do que a direita radical e expressou a opinião de que um partido nazista deveria ser reconhecido legalmente. Essa declaração gerou uma grande repercussão negativa, levando-o a enfrentar consequências jurídicas e financeiras significativas. O podcast e o canal pessoal de Monark foram desmonetizados pelo YouTube e o podcast perdeu importantes patrocínios. Além disso, ele foi desligado do Flow e afastado do quadro de sócios da empresa. Esse incidente se tornou um dos episódios recentes mais conhecidos no Brasil no que tange a questão da exposição digital.

Esse tipo de exposed digital, no qual uma figura pública é confrontada e enfrenta consequências por declarações e atitudes polêmicas, pode ser associado a casos que ocorreram no passado e ainda ocorrem nas colunas sociais. Antes da era digital, colunas sociais em jornais e revistas frequentemente expunham escândalos e indiscrições de celebridades, políticos e outras personalidades proeminentes. Essas exposições podiam envolver revelações de opiniões controversas, comportamentos impróprios ou atitudes prejudiciais. Assim como no caso de Monark, muitas vezes resultavam em repercussões negativas, como perda de patrocínios, descredibilização pública e, em alguns casos, até mesmo ação legal. No entanto, com o advento das redes sociais e plataformas digitais, esses incidentes têm uma escala e velocidade de disseminação muito maiores, amplificando seu impacto e gerando debates acalorados na esfera pública.

A dinâmica atual de exposição digital, com suas consequências amplificadas, desperta um interesse significativo nos Estudos da Ciência, Tecnologia e Sociedade. A interseção entre as tecnologias digitais, a sociedade e as dinâmicas de poder oriundas da participação coletiva ficam muito mais inteligíveis nos casos de exposição digital. Nesse sentido, buscamos compreender esse fenômeno explorando uma de suas possíveis raízes: as colunas sociais. O estudo desses fenômenos contribui para um maior entendimento das interações entre tecnologia, sociedade e os desafios emergentes no mundo digital contemporâneo, enriquecendo assim o campo dos Estudos da Ciência, Tecnologia e Sociedade.

Exposição digital e Coluna Social: compreendendo os conceitos e o impacto na sociedade

Quando pensamos nas dinâmicas das mídias digitais, podemos definir o conceito de exposed como a exposição pública de comportamentos ou informações da vida privada de alguém no digital. Embora a internet tenha popularizado esse conceito, é importante ressaltarmos que esse tipo de exposição não é algo novo. Antes das redes sociais, veículos tradicionais de comunicação como o jornal, o rádio e a televisão, já realizavam esse trabalho de expor informações privadas de indivíduos em espaços como jornais sensacionalistas e programas de fofoca. Mas, como veremos à frente, há particularidades no exposed atual que merecem comentários.

Tal como pontua Dorneles (2017), ao longo do século XX houve uma popularização do jornalismo opinativo, em especial, a coluna social. A coluna social surge como uma forma de representação da vida das elites da sociedade, isto é, a trajetória, valores e sua interação com outras classes sociais. Em um primeiro momento, essas colunas dedicavam-se a relatar de maneira respeitosa os acontecimentos da vida de indivíduos da alta sociedade. Durante a década de 1920, o jornalista Walter Winchell inova o gênero de coluna social e inaugura as gossip columns, ou em português, as colunas de fofoca (DORNELES, 2017).

Essas colunas de fofoca dedicavam-se a comentar de forma sarcástica, debochada e jocosa acontecimentos da vida privada de personalidades “relevantes” da época, como celebridades, empresários, políticos e artistas. Muitas vezes, o conteúdo dessas colunas era sensacionalista e especulativo. Tópicos escandalosos como divórcio e traição e, também, sobre questões financeiras e de saúde eram frequentemente abordados (DORNELES, 2017), por vezes abalando a opinião pública sobre os indivíduos expostos.

Com o desenvolvimento de tecnologias como a televisão, esse tipo de jornalismo se expandiu para outros veículos de comunicação. Na televisão aberta brasileira, por exemplo, programas como “A Tarde é Sua” e “TV Fama”, ambos da emissora Rede TV, expõem novidades e acontecimentos recentes do mundo dos famosos, contando com a presença de comentaristas para falar sobre esses assuntos.

Quando analisamos as mídias tradicionais, como rádio, jornal e televisão, observamos a existência de uma dinâmica de passividade na relação entre o consumidor e o produtor de conteúdo. Em um programa como "A Tarde é Sua", os comentaristas têm a responsabilidade de opinar sobre assuntos relacionados a celebridades. Nesse contexto, o espectador atua como consumidor passivo do conteúdo oferecido por esses veículos. Geralmente, nas mídias tradicionais, os formadores de opinião são profissionais e especialistas em determinadas áreas. Todavia, com o advento da internet e o surgimento do meio digital, a passividade do consumidor se dissolve de certa forma e, ainda, a forma como a exposição da vida privada é realizada adquire novas facetas.

O espaço proporcionado pelo ambiente digital transformou significativamente o modus operandi dos meios de comunicação de massa. Essa transformação revela-se através de dois fenômenos distintos: a convergência midiática e a cultura participativa. Compreendemos a convergência como uma abordagem inovadora para compreender o funcionamento das mídias, caracterizada, na contemporaneidade, pela interação entre diversos atores e segmentos midiáticos (JENKINS, 2013). A convergência midiática possibilitou o surgimento de novos canais de comunicação oriundos de uma cultura participativa, ou seja, um espaço onde os diálogos nos meios de comunicação são forjados por meio da colaboração coletiva (CAMARGO, ESTEVANIM e SILVEIRA, 2017).

Essa cultura participativa se desenvolve junto da emergência de plataformas de mídias sociais, tais como o Facebook, o YouTube, o Twitter, etc. Esses novos espaços permitiram que o usuário pudesse se encontrar com outros indivíduos que frequentam essas redes em uma constante relação de produção e consumo. Isto é, diferentemente dos meios tradicionais de comunicação, o digital transformou a forma como se consome conteúdo. Agora, todo consumidor é, ao mesmo tempo, um potencial produtor de conteúdo (os prossumer). Isso ocorre, pois, essas plataformas permitem que os usuários compartilhem opiniões, ideias e mesmo informações pessoais em tempo real com seus seguidores em mídias sociais.

A emergência dos prossumers no contexto digital tem modificado a dinâmica das exposições em diversos aspectos. Primeiramente, é importante ressaltar que, por meio das redes sociais, qualquer usuário possui o poder de expor informações ou comportamentos de outras pessoas em suas próprias redes. Esse aspecto evidencia não apenas a exposição de terceiros, mas também a tendência crescente de autoexposição, na qual os usuários compartilham sua própria vida como conteúdo.

Além disso, a exposição adquire um novo alcance devido à participação ativa de usuários proporcionada pelo ambiente digital. Ao contrário de uma reportagem na televisão, na qual o espectador não tem a possibilidade de replicar ou interagir, uma postagem na internet pode ser constantemente comentada e compartilhada por outros usuários, ampliando ainda mais a projeção dessa exposição. Como resultado, a opinião pública ganha um papel mais ativo nesse processo.

Outro ponto relevante a ser mencionado é o público-alvo da exposição. Ao contrário das mídias tradicionais, onde os profissionais geralmente focam na vida privada de celebridades e figuras públicas, no ambiente digital, devido à possibilidade de publicação arbitrária de conteúdo, qualquer pessoa, seja ela famosa ou não, pode se tornar alvo de um "exposed".

No meio digital, uma pessoa exposta devido a uma conduta negativa está suscetível a sofrer consequências graves em sua vida privada, como a perda de emprego, prisão e até mesmo agressões físicas, dependendo do conteúdo exposto. Um exemplo recente ocorreu em janeiro de 2023, quando um pai foi flagrado agredindo suas filhas em uma praia de Salvador. O vídeo dessa agressão foi publicado nas redes sociais e compartilhado por diversas pessoas, incluindo celebridades, como a cantora Ludmilla. A repercussão desse caso afetou o agressor em vários aspectos de sua vida pessoal, incluindo o linchamento virtual, a abertura de um inquérito policial e ameaças de morte constantes. Diante da intensa repercussão, o autor das agressões sentiu-se compelido a publicar vídeos pedindo desculpas pelo ocorrido.

No exemplo mencionado, temos o caso de uma pessoa comum que teve sua vida exposta online por alguém próximo a ela durante um determinado incidente. Nessa situação, a pessoa próxima sentiu-se obrigada a denunciar o ocorrido por meio de suas redes sociais. Através desse vídeo, o homem envolvido foi identificado e, como resultado, enfrentou os efeitos da exposição no ambiente digital.

Essa exposição também ocorre com personalidades da internet, como influenciadores e produtores de conteúdo digital. Devido à natureza do seu trabalho, em que sua imagem está diretamente ligada ao conteúdo que produzem, eventos da vida privada ganham uma projeção ainda maior. Conforme destacado por Karhawi (2017), a comunicação digital tende a transformar o indivíduo em uma mercadoria por si só. Nesse contexto, os influenciadores digitais, como uma categoria profissional, têm suas relações extrapoladas para além do ambiente digital, transformando sua vida privada em um produto em si.

Nesse cenário, um evento negativo envolvendo uma personalidade digital afeta diretamente seu trabalho, e essa exposição se torna um produto para outros influenciadores digitais. Isso ocorre porque o ambiente digital abriga influenciadores de diferentes segmentos, incluindo aqueles cujo conteúdo está relacionado a fofocas, como é o caso do canal de YouTube "TretaNews" (com 4,81 milhões de inscritos), especializado em polêmicas da internet. Além dos canais de fofoca, muitas vezes, influenciadores do mesmo segmento daquele que foi exposto são instados por seus espectadores a falar sobre o ocorrido e, muitas vezes, são obrigados a tomar uma posição contrária. Alguns influenciadores até se utilizam do exposed de outros para obter mais visualizações, uma vez que esse tipo de conteúdo gera engajamento.

Nesse contexto, quando alguém expõe um influenciador digital, essa exposição pode atingir níveis cada vez maiores, dependendo de quem se pronuncia sobre o assunto. Um exemplo disso é a série de vídeos intitulada "Putz", publicada no canal do YouTube do influenciador Diggo (com 2,18 milhões de inscritos). Nessa série, o influenciador lança um formato de mini documentário sobre exposições sofridas por outros influenciadores e personalidades digitais. Considerando que Diggo possui mais de 2 milhões de inscritos em sua rede, esse tipo de conteúdo muitas vezes alcança mais de 1 milhão de pessoas. O vídeo mais popular, o último da série, trata da exposição sofrida pelo influenciador Raluca em abril de 2023, e já acumula um total de 6,9 milhões de visualizações.

A exposição de um influenciador no meio digital tem um impacto direto em sua carreira, pois, como mencionado anteriormente, sua imagem está fortemente associada ao seu produto. Um exemplo emblemático disso foi a (auto)exposição, descrita no início desse texto, das declarações feitas pelo influenciador Bruno Aiub, conhecido como Monark, em fevereiro de 2022, em seu antigo podcast, o Flow.

Um último aspecto relevante a ser mencionado diz respeito às possíveis consequências duradouras das exposições passadas na mídia tradicional nos dias atuais. Um exemplo emblemático é o caso controverso envolvendo a separação do atual monarca britânico, Rei Charles III, e sua ex-esposa, a princesa Diana. Conhecida por muitos como a "Princesa do Povo" devido ao seu carisma, Diana Spencer conquistou uma ampla base de admiradores. Durante os anos 90, o casal frequentemente ocupava as manchetes dos tabloides britânicos e, em várias ocasiões, devido a escândalos notáveis, como o caso de adultério, que foi considerado um dos maiores escândalos da coroa britânica. Esses eventos tiveram um impacto significativo na reputação de Charles III. Com o falecimento da Rainha Elizabeth II em setembro de 2022, Charles III ascendeu ao trono enfrentando uma popularidade em declínio. Parte da resistência que ele enfrenta pode ser atribuída à imagem desgastada resultante da tumultuada separação com a princesa Diana em 1996.

Esse caso é interessante, pois sua ascensão ao trono ocorre na era digital e, devido a esse caso, a imagem negativa de Charles III reverberou de várias maneiras nas mídias sociais. Nesse cenário, a ascensão de Charles III ao trono passou a ser vista com desconfiança por jornalistas, pesquisadores de relações internacionais, antimonarquistas e até mesmo por admiradores de sua ex-esposa, que, durante a coroação, lembravam de Diana em plataformas sociais como o Twitter.



Desafios e questões emergentes no campo do "exposed digital" para os Estudos da Ciência, Tecnologia e Sociedade

Sob a perspectiva dos Estudos da Ciência, Tecnologia e Sociedade, a análise da exposição no ambiente digital nos permite compreender de que forma as novas tecnologias digitais impactam nossas vidas e relações cotidianas. Nesse contexto, surgem questões relevantes relacionadas à privacidade, segurança, papel das mídias, dinâmicas de poder e também a responsabilidade individual e coletiva no ambiente digital.

Como observado, a exposição da vida privada é uma ocorrência que antecede a era digital. A divulgação de conteúdo dessa natureza tem o potencial de causar impactos significativos na vida de um indivíduo, como consequências econômicas, de imagem e até mesmo físicas. Embora, em muitos casos, a exposição seja realizada com a intenção de denunciar comportamentos negativos, é importante reconhecer que ela também pode ser utilizada como uma ferramenta de poder. A exposição de alguém com o objetivo de prejudicar a imagem dessa pessoa e defender um posicionamento estratégico se torna uma possibilidade real. No entanto, no contexto digital, a exposição adquire novas características devido à sua ampla acessibilidade e visibilidade. Como mencionado anteriormente, enquanto antes apenas um número restrito de pessoas poderia expor alguém ou expressar sua opinião, nas redes sociais digitais, esse poder se torna mais acessível.

Atualmente, qualquer usuário tem a capacidade de produzir conteúdo sobre terceiros, e essa forma de exposição traz consigo novos riscos e desafios. Por um lado, a exposição arbitrária permite que os usuários denunciem crimes, como no caso de Salvador. Por outro lado, essa exposição também pode resultar em outros crimes, como o próprio linchamento físico da pessoa exposta. Além desse caso específico, surgem outros desafios decorrentes dessa questão, tais como a violação de privacidade e o roubo de dados, o cyberbullying e a perseguição de indivíduos e minorias, muitas vezes respaldados pela disseminação de informações falsas.

No contexto das perseguições, é importante considerar exposições baseadas em informações falsas. Atualmente, com o avanço das tecnologias de inteligência artificial, surgiram técnicas como o Deepfake, que permite a simulação de imagens e sons humanos. Por meio dessa técnica, é possível criar uma falsa exposição de alguém, utilizando a sincronização labial para simular a imagem e a voz de terceiros dizendo algo que nunca foi dito. Essas técnicas têm o potencial de prejudicar indivíduos por meio de exposições falsas.

Esse tipo de exposição, baseado em notícias falsas, pode ter impactos significativos em diversos setores da sociedade, inclusive na esfera política. Um exemplo disso são as declarações do ex-presidente Jair Bolsonaro em relação aos seus opositores, em particular a Luiz Inácio Lula da Silva, durante a disputa presidencial de 2022. Com o intuito de atacar seu adversário e prejudicar sua imagem, Bolsonaro afirmava publicamente que Lula defendia ladrões, havia criado a ideologia de gênero, era a favor das drogas e do aborto (MENEZES & RIBEIRO, 2022). Com base nessas declarações, muitas vezes seus apoiadores disseminavam essas notícias falsas (Fake News) de forma sensacionalista nas redes sociais, buscando influenciar eleitores, muitas vezes menos informados a respeito das Fake News, a não votarem em Lula.

Pensar o exposed no digital reverbera na necessidade de compreender, também, o funcionamento das mídias digitais, tal como sua regulação, uma vez que suas dinâmicas ecoam, muitas vezes, negativamente em diversos setores da vida cotidiana. Em suma, a análise da exposição no ambiente digital sob a ótica dos Estudos da Ciência, Tecnologia e Sociedade permite a compreensão dos impactos das novas tecnologias em nossas vidas cotidianas. Essa análise destaca questões relevantes como privacidade, segurança, influência midiática, dinâmicas de poder e responsabilidade individual e coletiva. A exposição digital apresenta novos riscos, como violações de privacidade, cyberbullying e perseguição baseada em informações falsas, e o avanço das tecnologias de inteligência artificial introduz técnicas como o Deepfake, que podem promover exposições falsas. É crucial compreender e abordar esses desafios para mitigar seus impactos que, muitas vezes, se cruzam com outros desafios contemporâneos como as Fake News.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


CAMARGO, I.; ESTEVANIM, M.; SILVEIRA, S. Cultura participativa e convergente: O cenário que favorece o nascimento dos influênciadores digitais. Communicare, São Paulo, v. 17, n. Edição Especial de 70 Anos da Faculdade Casper Libero, p. 96 - 118, 2017.

CYPRESTE, J. Podcast Flow deletou 29 vídeos de entrevistas após fala de Monark. Metrópoles, 08 fev. 2022. Disponível em: https://www.metropoles.com/brasil/podcast-flow-deletou-29-videos-de-entrevistas-apos-fala-de-monark. Acesso em: 13 maio 2023.

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DORNELES, B. Evolução da coluna social ao longo do século XX. Revista Brasileira de História da Mídia. Porto Alegre, v. 6, nº 2, p. 126 – 142, 2017.

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GSHOW. Princesa Diana, que morreu há 25 anos, é lembrada por fãs durante coroação do rei Charles III. São Paulo, 2023. Disponível em: < https://gshow.globo.com/tudo-mais/tv-e-famosos/noticia/princesa-diana-que-morreu-ha-25-anos-e-lembrada-por-fas-durante-coroacao-do-rei-charles-iii.ghtml >. Acesso em: 22 de maio de 2023.

JENKINS, H. Cultura da Convergência. São Paulo: Editora Aleph, 2013

KARHAWI, I. Influenciadores digitais: conceitos e práticas em discussão. Revista Communicare, São Paulo, Edição especial de 70 anos da Faculdade Cásper Líbero, 2017.

KARHAWI, I. Influenciadores digitais: o Eu como mercadoria. In: SAAD, E.; SILVEIRA, S.; (ORGS). Tendências em Comunicação Digital. São Paulo: COM MAIS - ECA USP, 2017. p. 39 – 59

MANO J. Charles 3º ascende ao trono com baixa popularidade e país em crise. Poder 360, 2022. Disponível em: < https://www.poder360.com.br/internacional/charles-3o-ascende-ao-trono-com-baixa-popularidade-e-pais-em-crise/ >. Acesso em: 22 de maio de 2023.

MENEZES, L. & RIBEIRO, A. Uma retrospectiva das mentiras do governo Bolsonaro. Terra, 2022. Disponível em < https://www.terra.com.br/noticias/uma-retrospectiva-das-mentiras-do-governo-bolsonaro,49d25ef2ba81faec57cd9ea35cb0a237mb1jzhiy.html >. Acesso em: 22 de maio de 2023.

REIS, D. Reinado de Charles III terá caráter de “transição”, sem grandes mudanças, dizem especialistas. CNN, 2023. Disponível em: < https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/reinado-de-charles-iii-tera-carater-de-transicao-sem-grandes-mudancas-dizem-especialistas/ >. Acesso: 22 de maio de 2023.


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